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Hábitos de japoneses servem de exemplo para o mundo

por Universo Jatoba

Durante a Copa do Mundo no Brasil, os japoneses roubaram a cena no quesito educação. Um quadro incomum rendeu diversos elogios aos orientais: não é que no final das partidas, os japoneses recolhiam papéis, pedaços de plástico e restos de alimentos? Os próprios torcedores da terra do Sol nascente levavam intencionalmente grandes sacos destinados ao lixo acumulado durante o jogo.

Esse é um dos hábitos que nós, brasileiros, poderíamos copiar dos orientais. Mas se você pensa que eles são organizados e educados apenas com relação ao lixo, está muito enganado. Em outras práticas do cotidiano, os japoneses deveriam ser nossos grandes exemplos.

Jogar lixo na rua ou descartar resíduos irregularmente é inadmissível no Japão. A segunda maior cidade do país, por exemplo, tem regras duras. Em Yokohama, se o morador for flagrado jogando qualquer coisa sem o selo de descarte correto pode ser punido com prisão de até cinco anos ou multa de dez milhões de ienes, cerca de R$ 220 mil. Para jogar fora um sofá ou uma televisão, o cidadão deve consultar o manual da prefeitura e ver em que categoria o lixo se enquadra, para então entrar em contato com o órgão responsável.

Sabia que até obesidade gera multa no Japão? O país não é conhecido pelo excesso de peso, mesmo assim as autoridades estipularam que pessoas de 40 a 47 anos devem medir suas cinturas, como parte dos exames anuais de saúde. O ideal é de que o diâmetro da cintura seja de até 90 centímetros para mulheres e de 85 centímetros para os homens. O Ministério da Saúde considera que a campanha ajuda a manter sob controle doenças como diabetes e derrames, além de reduzir os gastos com serviços de saúde.

No país, a regra é clara: ao entrar em casa, é necessário tirar os sapatos. Eles estão certíssimos, já que há muitas bactérias na sola dos calçados, vindas da rua. Os visitantes e os moradores não andam descalços não. Na porta, há chinelos para todos, conhecidos como “suripa”. Em algumas casas, ao entrar no banheiro, também é preciso trocar de chinelo.

A educação e o respeito entre os cidadãos chamam a atenção e devem nos inspirar. O principal cumprimento no país é o “ojigi”, ato de curvar-se para a outra pessoa. Além disso, tudo que for antigo, incluindo os idosos, é tratado com extremo respeito.

Você já deve ter visto e se perguntado por que os japoneses andam com máscaras hospitalares nas ruas. O hábito é comum, por diversos motivos. Quando se está gripado, por exemplo, é costume usar a máscara para não passar o vírus para outras pessoas. Isso mostra o cuidado com o próximo, especialmente em locais onde há aglomeração, como no transporte público e nas ruas.

Gostou de alguma prática? Qual delas vai começar a adotar no seu cotidiano? Pense no senso de solidariedade e de coletividade dos japoneses. Nesses quesitos, os irmãos orientais batem um bolão!

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