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Conversa com a Jatobá recebe Biro do Cavaco

por Universo Jatoba

1º bloco

Rosana Jatobá – Boa tarde! Seja muito bem vindo a mais um programa Conversa com a Jatobá. Hoje eu recebo Silvio Mariano dos Santos. Não é o Silvio Santos, ele é conhecido como Biro do Cavaco. Boa tarde, Biro!

Biro do Cavaco – Boa tarde, prazer.

Rosana Jatobá – Que história é essa de Biro do Cavaco, nome do Silvio Santos?

Biro do Cavaco – Olha, o nome civil é Silvio Mariano dos Santos. Mas na verdade o Biro do Cavaco vem do jogador Biro-Biro, o famoso Biro-Biro. Na verdade eu tinha um cabelinho um pouco semelhante ao dele quando era jovem.

Rosana Jatobá – Como era o cabelinho semelhante?

Biro do Cavaco – Era black, meio encaracolado e aloirado, então os amigos logo apelidaram. Era Biro-Biro, aí devido ao cavaquinho ficou Biro do Cavaco. Esse aqui é meu companheiraço desde a minha infância.

Rosana Jatobá – Desde a infância você começou a tocar?

Biro do Cavaco – Comecei com 6 anos de idade, meu pai já me presenteou com um violão. Na verdade são dois instrumentos que eu assumo como músico, cavaquinho e violão. Meu primeiro instrumento foi violão logo na infância influenciado pelo meu irmão mais velho, meu pai também cantava em coro de igreja católica. Até hoje a gente se encontra nas festas e a música é sempre presente, tá no DNA mesmo.

Rosana Jatobá – Tanto que você toca para as plateias e também ensina a profissão de músico, cavaco e violão. Você tem uma escola?

Biro do Cavaco – Tenho uma escola que hoje influencia essa nova geração, já há praticamente 20 e poucos anos que eu tenho essa escola. E é muito requisitada porque só eu praticamente que leciono, eu e meu irmão e empresário Adilson também. Ele pega os alunos mais iniciantes e eu pego o pessoal mais avançado.

Rosana Jatobá – E onde é a sua escola?

Biro do Cavaco – Fica no Jabaquara, aqui na zona sul de São Paulo.

Rosana Jatobá – E escola leva o seu nome?

Biro do Cavaco – Leva sim, é a escola Biros de Música.

Rosana Jatobá – Você descobriu talentos na sua escola ao longo desses anos?

Biro do Cavaco – Já passaram por lá vários artistas inclusive que quiseram fazer uma reciclagem, aperfeiçoar um pouco mais os conhecimentos. Teve dois meninos do Jeito Moleque que passaram recentemente por lá, o Felipe e o Carlinhos. Do Exaltasamba já passou o Brilhantinha, do Pixote também, muita gente.

Rosana Jatobá – Você estuda muito?

Biro do Cavaco – Muito. Nos meus momentos de folga, pra você ter uma ideia, a minha diversão nos intervalos de aula é sempre praticar técnicas. Eu pelo menos adoro, sempre me dediquei, desde criança. Tenho a música como profissão e como hobby também, é uma coisa que amo fazer.

Rosana Jatobá – E hoje como mestre eu te pergunto: quem foram os seus mestres?

Biro do Cavaco – A música brasileira é riquíssima em todos os aspectos técnicos, teóricos, melodias. Nós temos uma diversidade muito grande da música no Brasil. Mas nos meus instrumentos, violão e cavaquinho, eu tenho pessoas que eu posso citar como compositores e musicistas. Como compositores e cantores temos os nossos grandes ícones, Jorge Aragão, Chico Buarque. Como músicos tem o Armandinho, o Hamilton de Holanda, feras como essas que tem sempre a acrescentar.

Rosana Jatobá – A gente mostrou no começo do programa a música “Jéssica” que impulsionou a sua carreira e até hoje as pessoas pedem no show.

Biro do Cavaco – É como ir a Roma e não ver o Papa. Se for no show do Biro do Cavaco, tem que cantar “Jéssica”. Eu gravei essa música em 1989 e ela sempre foi ecoada de forte intensa, pessoas de todas as idades. A única diferença é que hoje temos várias Jéssicas no show, naquela época esse nome não era tão comum aqui no Brasil.

Rosana Jatobá – As mães se influenciaram pela música e batizaram seus filhos?

Biro do Cavaco – Aqui e fora do Brasil, eu estive em turnê pelo Japão, pela América Central e também lá eu pude apadrinhar algumas Jéssicas.

Rosana Jatobá – Quem é a Jéssica, todo mundo quer saber, é a sua filha?

Biro do Cavaco – Todo mundo acha que Jéssica é minha filha ou minha esposa, mas na verdade ela é irmã do compositor Tatá que em 87 se foi em um acidente de automóvel. Eu gravei essa música “Jéssica” para homenagear o amigo que tinha partido e ele fez essa música pra irmã dele no leito do hospital quando ela nasceu. Uma música maravilhosa que só me trouxe alegrias.

Rosana Jatobá – E você sempre toca nesse estilo mais de samba.

Biro do Cavaco – É um samba mais romântico puxado mais para samba-canção.

Rosana Jatobá – Você tá divulgando o novo trabalho e o que chama atenção é que são apenas cinco composições, diferentemente dos CDs que tem 12, 14 composições. Por que isso?

Biro do Cavaco – É uma tendência do mercado agora porque as vendas dos CDs já não acontecem mais. Com essas tecnologias internet, MP3, as pessoas disponibilizam as coisas que querem ouvir. Muita gente se influenciou com essa tendência e eu também resolvi fazer.

Rosana Jatobá – Isso para evitar que muitas músicas sejam perdidas?

Biro do Cavaco – É bem isso. Você também tem a dificuldade de divulgar na mídia o CD. Um CD de 4 ou 5 músicas sintetiza a continuidade do trabalho de um artista e você pode fazer mais lançamentos frequentes também, termina sendo mais prático.

Rosana Jatobá – A primeira canção aqui é “Encontrei você” do Chiquinho dos Santos e o Marquinhos Cachorrão. Vamos tocar! Tem mais daqui a pouco no Conversa com a Jatobá.

2º bloco

Rosana Jatobá – A música “Trocando olhares” fez tanto sucesso quanto “Jéssica” ?

Biro do Cavaco – Essa música foi gravada exatamente no mesmo LP e tá na mesma coletânea.

Rosana Jatobá – Que países você visita com a sua turnê?

Biro do Cavaco – Eu já estive na América Central, Equador, Costa Rica, Guatemala, El Salvador, Honduras e Japão, duas vezes também.

Rosana Jatobá – Interessante que a Costa Rica é um dos países mais verdes do mundo, muitos parques florestais, muito preservado lá.

Biro do Cavaco – Eles têm essa preocupação com o meio ambiente e com a natureza.

Rosana Jatobá – O que mais te incomoda em São Paulo?

Biro do Cavaco – Eu tenho um exemplo muito claro e próximo da minha casa. Recentemente aconteceu uma coisa absurda, tinha uma praça pequena perto da minha casa, arborizada, linda e maravilhosa. O que eles fizeram? Derrubaram toda a praça, as árvores dizendo que ia passar um túnel subterrâneo que ia ligar a Água Espraiada e a Imigrantes. Só que esse projeto foi interrompido e a praça foi reconstruída em pouco tempo. Mas é uma praça que não tem uma árvore e não vai ter árvore.

Rosana Jatobá – E os moradores ali no entorno?

Biro do Cavaco – Reclamação total, abaixo-assinados, protestos, mas de nada adiantou. Eles estão dizendo que daqui três anos vão ter que reconstruir a praça para concluir a obra do túnel.

Rosana Jatobá – E os moradores se interessariam por começar a plantar nessa praça?

Biro do Cavaco – Ah, sem dúvida nenhuma. Eu tenho certeza que a mobilização seria geral. A Prefeitura disponibilizar árvores com uma certa idade para replantar em outros lugares.

Rosana Jatobá – Você tocou em um ponto muito importante, muitos parques municipais oferecem essas mudas e cada cidadão tem direito a cinco mudas. Imagine se você Biro fizesse uma mobilização no seu bairro para arborizar essa praça! E no final eles até colocariam em homenagem Praça Biro do Cavaco com um show emocionante.

Biro do Cavaco – Tá lançada a ideia, Rosana! (risos)

Rosana Jatobá – Eu falo isso porque em muitos países os moradores estão destruindo estacionamentos abandonados, terrenos baldios para plantar hortas e para arborizar esses terrenos. As pessoas estão arregaçando as mangas.

Biro do Cavaco – Contrário ao princípio do Brasil. O Brasil quer destruir e construir edifícios, prédios, querem faturar e não pensa na preservação.

Rosana Jatobá – Tem esse lado da falta de planejamento do poder público, mas tem também uma certa leniência e uma maneira mais acomodada das pessoas de não arregaçarem as mangas e tomarem posse do que é seu. O espaço público é nosso. E você nessas suas andanças pelo mundo, que país te chamou atenção pelos exemplos de sustentabilidade, de cidadania, de preservação da natureza?

Biro do Cavaco – Sem dúvida nenhuma o Japão foi um deles.

Rosana Jatobá – O que nós poderíamos importar de lá?

Biro do Cavaco – Eu acho que a honestidade é o fator principal porque no Japão a pessoa desonesta é o maior índice de suicídios. Não que nós devemos seguir esse exemplo, mas acho que o câncer do nosso país é exatamente a corrupção baseada no poder público, nos colarinhos brancos. Agora o povo começou a se mobilizar, é importante porque qualquer país faz isso pra defender as suas bandeiras.

Rosana Jatobá – Que mundo você espera para os seus filhos, Biro?

Biro do Cavaco – Nunca foram tão divulgadas essas falcatruas e corrupções como hoje, mas eu espero que isso tome um corpo mais significativo e que realmente a coisa se mobilize a ponto de limpar efetivamente pra que a gente possa oferecer melhores condições. Uma limpeza geral para que as coisas possam melhorar daqui pra você.

Rosana Jatobá – Você canta uma música sempre romântica, fala de amor, mas você tem aí ao longo da sua trajetória músicas de protesto, que tenha uma mensagem política?

Biro do Cavaco – Não tenho. Mas eu tenho uma música que fala de um mundo melhor, ele pede que as coisas melhorem. Vamos ouvir um pedacinho?

Rosana Jatobá – Eu quero, tô curiosa! Bela mensagem pra começo de ano, força pra superar as dificuldades como um guerreiro.

Biro do Cavaco – Exatamente.

Rosana Jatobá – Você já passou por muitas dificuldades na vida?

Biro do Cavaco – Eu não posso dizer que passei dificuldades daquele tipo fome, nada disso.

Rosana Jatobá – Quando foi que você teve que cantar essa música pra você mesmo?

Biro do Cavaco – Quando o compositor, que é o Wagner Russo, mostrou a primeira vez eu achei que essa música tinha a ver. A melodia tem que ser marcante, a letra é maravilhosa, a gente tem que ter a esperança, a força pra lutar. Quando eu ouvi pela primeira eu quis gravar.

Rosana Jatobá – Daqui a pouco a gente tá de volta aqui no Conversa com a Jatobá.

3º bloco

Rosana Jatobá – Todo trabalho fonográfico que eu realizo, eu sempre procuro valorizar a nossa música instrumental que anda um pouquinho esquecida. E eu sempre gravo uma ou duas, gravei “O Brasileirinho”. A gente vai ouvir muito essa música em 2014 por causa da Copa, ela sempre volta nesses eventos.

Biro do Cavaco – Eu já tô me preparando porque o ano promete pra nós músicos do samba principalmente, tem tudo a ver futebol com samba. Muitos eventos já estão programados, vamos tocar muito isso.

Rosana Jatobá – O cavaquinho é um instrumento alegre, ele motiva, inspira, você tocando aí dá vontade de sair dançando. Como é que você tá com a agenda de shows esse ano?

Biro do Cavaco – Promete bastante porque a gente tem agora um projeto que é o “Biro do Cavaco um sambista chorão”. Eu vou inclusive valorizar mais a música instrumental e acrescentar o repertório do meu show também em uma versão mais para teatro. Já foi aprovado pelo Ministério da Cultura e a gente está fazendo captação de recursos.

Rosana Jatobá – Já foi aprovado, tá só esperando o patrocínio.

Biro do Cavaco – Alô empresas! (risos) Eu vou oferecer pra todas os nossos ouvintes a música “Aliança das Marés” que é um clássico muito solicitado nos meus shows.

Rosana Jatobá – Que linda a letra e esses versos poéticos que remetem à natureza. Você tem essa conexão com a natureza, o que você faz pra estar mais próximo?

Biro do Cavaco – Bom, no mínimo não agredí-la e no máximo preservá-la de todas as formas evitando que as pessoas façam essa agressão à ela. Como o exemplo da minha praça, protestar, não fazer desperdícios também.

Rosana Jatobá – Que tipo de desperdício?

Biro do Cavaco – Água, lavar carro com mangueirinha. Eu já me peguei indignado com situações assim.

Rosana Jatobá – Desperdício de comida, por exemplo, na sua casa você aproveita os talos dos alimentos, as cascas?

Biro do Cavaco – Com certeza. Eu não desperdiço absolutamente nada em relação à comida. Aliás, quem é o cozinheiro em casa sou eu.

Rosana Jatobá – O que, por exemplo, você aproveita em termos de casca, talos?

Biro do Cavaco – Olha, cascas e talos propriamente dito eu não aproveito não.

Rosana Jatobá – Mas eu vou te dar uma dica, aproveita a casca do abacaxi pra fazer o suco. O abacaxi é muito bom porque ele é desintoxicante, ele é diurético, ou seja, ajuda a eliminar líquidos. Então na sua cozinha quando você for fazer suco de abacaxi, lembre-se dessa dica.

Biro do Cavaco – E outras cascas tipo manga também pode?

Rosana Jatobá – Também. A maioria delas você pode. Biro, eu quero que você toque mais uma música aí pra gente porque no próximo bloco eu quero saber mais sobre esse seu senso de responsabilidade com a natureza e com a sociedade em geral.

Biro do Cavaco – Vou cantar um clássico da nossa música que eu cantei com o meu afilhado, o Salgadinho, “Aquarela”.

4º bloco

Rosana Jatobá – Quer dizer, Biro do Cavaco, que seu amigo acha que a mulher foi ingrata e a fidelidade dela estava comprada com casa, roupinha lavada e empregada, é isso?

Biro do Cavaco – Você viu que coisa! Ela não deu o devido valor à esses detalhes que o dito cujo proporcionou à ela.

Rosana Jatobá – E você acha que ele tá certo em exigir fidelidade dela em troca dessas benesses do lar?

Biro do Cavaco – Sabe aquela história de que briga de marido e mulher, eu não meto a colher, é tipo isso. Eu prefiro não opinar nesse sentido, é um caso à parte.

Rosana Jatobá – Você só canta, você não se compromete. Agora eu quero saber qual é a sua receita de fidelidade feminina!

Biro do Cavaco – Eu acho que é a cumplicidade.

Rosana Jatobá – Pelo jeito não basta dar casa, comida e roupinha lavada.

Biro do Cavaco – Esses artifícios aí não funcionam não, eles são artificiais. Eu acho que fundamentalmente é o amor mesmo, é a cumplicidade, é o querer bem, é o respeito, são esses valores que superam dinheiro, riquezas, casa, empregada e roupa lavada.

Rosana Jatobá – Vai ver que ele deu só isso.

Biro do Cavaco – Pode ser que sim. Cadê aquele carinho? (risos)

Rosana Jatobá – Biro, no dia 02 de dezembro você participou da comemoração do Dia Nacional do Samba, teve uma solenidade lá no Teatro Municipal em São Paulo para reconhecer o samba como Patrimônio Imaterial. Qual é o significado disso? Qual é a importância de um dia como esse para o gênero samba?

Biro do Cavaco – Principalmente o fato de que antigamente falava que o samba era somente o Rio de Janeiro, isso mudou bastante porque o samba hoje tá no Brasil todo de forma intensa. Para a grandiosidade de São Paulo, eu acho que é importante que se tenha o Dia Nacional do Samba. Tive o privilégio de representar como um dos sambistas paulistanos, uma honra pra mim.

Rosana Jatobá – E você acha que isso também espelha um pouco a preocupação das pessoas com relação ao preconceito que ainda existe com relação ao samba?

Biro do Cavaco – Isso já caiu bastante, mas eu acho que cada vez mais movimentos como esse vão realmente banir completamente essa questão do preconceito. Antigamente também era isso com o futebol e hoje o futebol é reconhecido. O nosso samba, a nossa cultura é muito bem vista, bem aceita. Sem dúvida nenhuma essa questão de preconceito caiu bastante. O preconceito na música eu acho que não existe mais. Eu arrisco dizer que famílias de classes A, B, C, todas elas consomem a música de forma homogênea. Eu me lembro que Bezerra da Silva, que é um grande sambista, as músicas dele sempre foram consumidas pela alta sociedade.

Rosana Jatobá – Biro, a gente tá aqui divulgando o novo CD com essas cinco canções e a música de trabalho é “Vou Sambiar”, do Chiquinho dos Santos e Adilson dos Santos, seu irmão.

Biro do Cavaco – Meu irmão, empresário, músico. Eu saio do palco, acabo de fazer o show e falam com ele pensando que sou eu.

Rosana Jatobá – Isso sempre foi assim? Na época das namoradas também confundiam?

Biro do Cavaco – Menos um pouquinho (risos).

Rosana Jatobá – Eu quero ouvir então “Vou Sambiar”. E você com tanta experiência, que mensagem você deixaria para as pessoas, para os jovens, para chegar aonde você chegou com tanto respeito na música, se reinventando a cada dia, sendo empresário e também desfrutando da música, podendo viver da música?

Biro do Cavaco – Pra mim foi um privilégio, primeiramente o homem lá de cima projetou isso pra mim, me deu esse presente que é poder viver da música. Mas assim como todas as profissões no dia de hoje, não é fácil. O que eu tenho a dizer pra todas as pessoas que gostam da música assim como eu, que se dediquem, que levem à sério, que procurem se aperfeiçoar, procurem levar com a verdade porque a coisa fica mais sincera e convence com certeza as pessoas que estão do outro lado te ouvindo. Eu não me arrependo de ter me entregue de coração, de corpo e alma porque desde a minha infância, aos 6 anos de idade ganhei o meu primeiro violão. De lá pra cá não parei mais.

Rosana Jatobá – O que você vai tocar pra mim quando você for lá em casa?

Biro do Cavaco – Vou tocar agora uma música de outro artista.

Rosana Jatobá – É isso aí, Biro do Cavaco aqui no Conversa com a Jatobá. Muita proteção pra todo mundo, muitas energias positivas pra esse ano que começa.

Biro do Cavaco – Exatamente. Aproveito pra desejar pra todo mundo um ano maravilhoso, 2014 o melhor possível com muita saúde pra você que tá nos ouvindo aí. Tudo de bom, 2014 promete!

Rosana Jatobá – Espada de São Jorge, comigo-ninguém-pode, são plantas purificadoras do ar e que também afastam as más energias. Um banho de sal grosso também é ótimo. Tchau pessoal, um beijo grande, até a semana que vem!

Se preferir, ouça aqui.

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