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Água: qual a opção com melhor custo-benefício?

por Universo Jatoba

Com as temperaturas tão altas, fica impossível não beber água. Tanta procura faz com que os preços subam consideravelmente. Mas, além do preço, o consumidor consciente pensa em saúde, certo? Hoje o Universo Jatobá fala desta relação entre preço e qualidade da água que você bebe. Qual será a opção com melhor custo-benefício?

Segundo o Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas, só em Porto Alegre, por exemplo, a alta no preço da bebida foi de 1,6%, mais do que o aumento no valor da cerveja (1,19%). Uma pesquisa da Unilever calculou, ao analisar os garrafões de água, que o consumo médio por uma família de três pessoas é de, aproximadamente, 3 litros por dia. Em oito meses, consome-se 38 galões de 20 Litros de água, o que corresponde a mais de R$ 260 em água neste período, se tivermos como base o preço médio de R$ 7 por unidade.  A pesquisa ainda aponta que algumas cidades chegaram a apresentar uma variação de até 133% de alta no preço da unidade por causa do calor. “O consumidor acaba sofrendo com os preços abusivos, sendo que ele pode ter soluções mais econômicas e seguras dentro de casa”, explica Sabrina Zanker, gerente de marketing da companhia.

Katia Nakau, coordenadora de pesquisa e desenvolvimento da empresa, também alerta para outro problema. Segundo ela, a lei brasileira não proíbe o engarrafamento de águas provenientes de fontes artificiais, mas determina que as empresas que utilizam essas fontes deem o tratamento e a mineralização adequados à água antes da comercialização. “Nesta etapa, um dos maiores perigos para o consumidor é a água mineral “pirata”, que não foi fiscalizada pelos órgãos responsáveis e pode vir de fontes contaminadas por substâncias tóxicas ou microrganismos”, alerta.

Testes realizados pela Proteste, organização de defesa do consumidor, mostrou que, embora 80% dos garrafões não revelassem grandes problemas, os rótulos das águas continham informação incompleta e quantidade errada de minerais, além de não mostrarem a data de validade ou instruções para conservação. Outras marcas apresentaram a bactéria Pseudomonas aeruginosa que, a princípio, não oferece risco para quem está saudável de modo geral, mas o achado representa falha no processo de desinfecção.

De acordo com Katia, o armazenamento inadequado dos galões nas fábricas e estabelecimentos comerciais  podem também trazer sérios riscos à saúde. Segundo ela, além das altas temperaturas, outros itens que guardados no mesmo espaço também podem causar problemas. Muitas vezes, galões podem ficar expostos ao sol, fumaça, pesticidas e outros produtos químicos que podem, no mínimo, afetar o cheiro e o gosto da água. “A exposição ao sol, desta maneira, altera o equilíbrio químico, especialmente se for uma água mineral da fonte. Isso não tem a ver com a garrafa, mas com os componentes que já estavam na água quando ela foi recolhida”, completa.

Embora tenha se visto um considerável aumento na procura pelos purificadores por conta dos benefícios que eles trazem para a saúde, poucos sabem, realmente, como eles são capazes de tornar a água mais saudável. Os purificadores são aparelhos que conseguem matar bactérias, independentemente do sistema. A água purificada elimina as bactérias, reduz a hipertensão – já que o processo elimina os sais e cloretos presentes na água -, elimina impurezas, odores e o gosto de cloro.

Outra boa opção é o filtro de barro. Isso mesmo, aquele antigo. Além de econômico, ele é super eficiente. Clique aqui e saiba mais.

Neste caso, é preciso ter cuidados especiais com a manutenção do produto para garantir uma água boa. Informe-se em detalhes aqui. 

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