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Animal de estimação faz bem às crianças

por Universo Jatoba

Só estou esperando os meus filhos crescerem um pouco mais pra escolher o cachorrinho que vai se tornar o próximo membro da família. Apesar do custo e do trabalhão para cuidar de um pet, há razões de sobra para incentivar a convivência com as crianças.

Pesquisa da Comissão de Animais de Companhia do SINDAN comprova a importância do pet no desenvolvimento imunológico, emocional e social das crianças. Ajudam inclusive na recuperação da saúde! Recentemente, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou para que os animais de estimação visitassem os pacientes até mesmo em unidades semi-intensivas.

A convivência desde os primeiros meses de vida também atua de forma positiva, mas vale lembrar que higiene e cuidados adequados são fundamentais. Bebê e animal de estimação juntos exigem muitos cuidados. Especialistas recomendam esperar até que ele faça 3 anos e que haja cuidado na escolha da raça. “Certamente as crianças serão beneficiadas com a presença do animal, tornando-se pessoas com sistema imunológico mais bem desenvolvido, diferente de crianças que são criadas numa ”redoma de vidro””, diz a Doutora Ceres Faraco, veterinária parceira da Comissão.

Já o desenvolvimento emocional se dá de várias formas. Uma delas ajuda a criar uma rede de afeto por parte da criança porque ela percebe uma troca de cuidados com o animal. O pet reage a todo tipo de estímulo, demonstrando carinho nos atos positivos e consequências aos que possam desagradá-lo.

É importante que os pais não repreendam o animal de maneira violenta! A melhor maneira é ignorar qualquer reação negativa. Segundo o estudo, todo comportamento ignorado tende a ser extinto pelo bicho, já que ele não terá recompensa.

Alguns estudos mostram que se os pais são cruéis com os animais, a criança transmite isso tanto no relacionamento com os próprios animais quanto com as pessoas.

E tem algum perigo? Morder, arranhar ou dar patadas é normal? Os acidentes ocorrem devido à falta de supervisão adulta e nos casos em que o animal é muito maior que a criança, podendo ocasionar tombos ao brincar. “Os animais só fazem isso quando filhotes, por curiosidade, como as crianças. Quando maiores, só fazem isso se estimulados”, explica. Segundo a especialista, a melhor forma de prevenir é saber que a criança nunca pode ficar sozinha com o animal por causa de possíveis desvios de comportamento.

Para saber mais sobre as características de cada raça, clique aqui.

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