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Já ouviu falar do parto na água?

por Universo Jatoba

A técnica é antiga e surgiu como consequência do desejo da mulher de permanecer em contato com a água na hora do parto. O primeiro de que se tem notícia foi em 1803 na França. Estudos mostram que a técnica proporciona bem-estar e relaxamento à gestante, pois diminui a dor, a tensão e facilita a dilatação do colo do útero!

É muito comum na Inglaterra, mas foi na década de 70 que o obstetra francês Michel Odent introduziu a utilização das piscinas aquecidas nas maternidades e permitiu que as mulheres parissem acompanhadas. O recomendado é que a temperatura da água esteja entre 36ºC e 38ºC.

Segundo especialistas, a prática tende a ser melhor para o bebê também. Como a água é aquecida, o choque térmico é menor e a adaptação, mais fácil. Muitos bebês nem choram e a recuperação da mãe é mais rápida, já que não há intervenção cirúrgica embora seja indicado que o processo seja feito em ambiente hospitalar. O bem estar do feto deve ser monitorado durante todo o trabalho de parto. Se houver qualquer alteração, não há o que pensar e a gestante precisa ser retirada da banheira ou piscina imediatamente.

Se a mulher não se sente bem em ambientes quentes, tem gravidez de alto risco, é diabética ou se o bebê for muito grande, de acordo com o diagnóstico do pré-natal, a técnica não é recomendada. A modelo Gisele Bündchen experimentou e aprovou o parto na água ao dar a luz ao seu primeiro filho, Benjamin, em 2009, fruto do casamento com o jogador de futebol americano Tom Brady.

Reforço a importância do pré-natal durante a gestação, pois o acompanhamento médico pode livrar as mamães de muitos sustos! Se você gostou das dicas, consulte o seu médico e se informe sobre as possibilidades.

Foto: Thinkstock

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