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Quem sou eu?

por Debora Ganc

Como viver cada dia de nossas vidas com inspirada paixão e abundância?

O Budismo nos ensina que, ao fazer a conexão com nossos desejos mais profundos, podemos cultivar um estado de atenção pacífica. Podemos nos abrir ao nosso mais puro potencial para nos aliarmos ao propósito de nossas almas. E assim alcançar nosso verdadeiro destino.

Para começar podemos nos fazer as seguintes perguntas:

– O que é o desejo? E destino o que é?

Nas diversas religiões, o desejo é frequentemente interpretado como uma distração egoísta. Dizem que quando esse desejo é atendido, ele nos afasta de nossa conexão espiritual.

O Budismo ensina que é exatamente ao contrário.

Os desejos são as sementes plantadas dentro de nós. São eles que nos põem em marcha até nossa paixão e propósito divinos. São sonhos, sinais, como estrelas de uma constelação que, com seu brilho, nos despertam para o caminho e muitas vezes chegam a criar estradas para avançarmos em direção ao nosso verdadeiro destino. Cabe à nossa alma se conectar, apreciar e realizar nossos desejos.

Se prestarmos atenção e explorarmos o sentido de nossos desejos teremos a possibilidade de nos conectar com nossos destinos.

Um antigo ditado indiano diz:

“Nosso destino é moldado, no seu âmago, pelo nível mais profundo do desejo e da intenção”.

A partir do momento que plantamos a semente de uma intenção no terreno fértil da pura potência do nosso coração, a jornada de nossa alma se abre automaticamente.

William Shakespeare também observou com profunda simplicidade:

“Não cabe às estrelas determinar nossos destinos e sim a nós mesmos”.

Esta sábia afirmação  nos guia até uma compreensão essencial: o passo mais poderoso e transformador que podemos dar em nossas vidas é descobrir a nossa verdade interior.

Os convido a fechar os olhos por um instante e a se fazerem a seguinte pergunta:

– Quem sou eu?

Não há resposta errada para esta pergunta eterna.

Os convido a se fazerem essa pergunta todos os dias:

– Quem sou eu?

Ouça a resposta em estado de quietude.

– Quem sou eu?

Ouça profundamente, receba cada um dos sussurros de sua alma. Receba e pergunte novamente:

– Quem sou eu?

Quando começamos a entender quem realmente somos abrimos as portas para possibilidades infinitas e abundantes.

Experimentem entrar em contato com seus desejos mais profundos, com a potência de suas intenções para que a jornada da alma se torne fácil e natural. Como um bulbo que se transforma em tulipa ou um embrião que se transforma em uma criança.

 

Debora Ganc é Terapeuta Sistêmica, Constelações Familiares, Constelações Empresariais. Gestalt e Programação Neurolinguística. Contato: deboraganc@terapiasistemica.com.br

Debora Ganc escreve às quartas-feiras aqui no Universo Jatobá.

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