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Encontro marcado com o amor

por Debora Ganc

Estamos sempre em busca do amor. Não é incomum para muitos de nós ter a crença de que encontrar o amor é difícil, está fora de nosso alcance ou que talvez as estrelas tenham que se alinhar em um ato do destino para que encontremos o amor em nossa vida.

Mas, mesmo o amor mais forte pode acabar. Às vezes o amor pode ser tão intenso que pode chegar a ser doloroso, outras vezes tememos perdê-lo, o que também pode ser devastador.

Podemos mudar esta crença ao nos darmos conta de que a fonte do amor já se encontra em cada um de nós, bem no centro de nosso coração espiritual. É um aspecto nosso que nunca nos abandona e que ninguém pode nos tirar.

A experiência espiritual mais bela é a de se conectar com a fonte de amor em nós. É uma energia que pode ser gentil ou intensa, mas nunca causa medo.

Sentimos, expressamos e compartilhamos o amor do centro do coração. Deste lugar harmonizamos toda nossa vida, pois o amor é uma força irresistível que atrai tudo de positivo, é como o ventre materno, acalma nossas preocupações e, mais do que qualquer outra energia, nos traz de volta para quem realmente somos e flui a partir do coração tão gentilmente quanto nossa respiração.

Não é algo pelo qual precisamos procurar, na realidade é nossa verdadeira natureza. É quem somos.

Na sua fonte, o amor é sempre incondicional e ilimitado. Colocamos limites ao amor porque julgamos que não somos merecedores. Uma vez que nos conectamos com sua essência começamos a sentir que o amor é um aspecto natural de nosso ser verdadeiro. O amor e a compaixão fazem parte de nós e não precisamos mais procurá-lo nos outros, ao contrário nos alinhamos com a reserva de amor presente em nós.

Durante a meditação podemos perceber que nossa natureza essencial é amorosa. É mais que uma emoção, na verdade é a sensação de que nós somos amor.

Quando mudamos a nossa percepção de recebedores de amor, de queixosos de que o mundo nos deve para a de que nós somos o amor e somos nós que temos a capacidade de dar amor, tudo muda.

Na prática da meditação desta semana podemos usar o mantra: “O amor e a compaixão fazem parte de mim.”

Assim, nos abrimos para o fluxo de amor abundante e praticamos uma forma de dá–lo a nós mesmos e a cada pessoa que atravessar nosso caminho. Ao dar, iremos receber.

Se em algum momento percebermos que estamos nos julgando ou criticando duramente, paramos, respiramos profundamente duas ou três vezes até aceitarmos que são aspectos nossos que podem ser facilmente perdoados à luz de um amor maior.

Nos lembramos da sensação de estar conosco mesmos em silêncio em um estado de amor e gentileza. Nos lembramos do mantra desta semana: “O amor e a compaixão fazem parte de mim.”

Amar-se não significa estar auto absorvido, significa dar as boas vindas a nós mesmos como sendo os habitantes mais honrados em nosso próprio coração.

Quando sentimos o amor, quando o recebemos e compartilhamos, prosperamos física, emocional e espiritualmente.

 

Debora Ganc é Terapeuta Sistêmica, Constelações Familiares, Constelações Empresariais. Gestalt e Programação Neurolinguística.

Debora Ganc escreve às quartas-feiras aqui no Universo Jatobá.

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