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Ciúme: 8 perguntas que ajudam a entender os motivos

por Margareth Signorelli

Marta diz “Não consigo controlar o ciúme pelo meu namorado. Isto está atrapalhando muito a minha vida e meu relacionamento. É mais forte do que eu”. Pelo que posso observar com clientes e amigos, existe uma variação grande na atitude das mulheres em geral.

A Submissa – Se mantem em uma relação de comodismo e segurança. Fecha seus olhos para os flertes do marido, se lamenta e chora na calada da noite, sabendo que tudo tem um preço na vida.

A Vingativa- Devolve com a mesma moeda, flertando e se insinuando para o sexo oposto, quando percebe que seu parceiro está observando. Cria uma relação competitiva que pode terminar com discussões e noites sem dormir ou com muito sexo, aquecido pela adrenalina do conflito. Pra quem gosta…

A Agressiva- Com o temperamento mais violento, que muitas vezes podem estar ligado às suas variações hormonais, não têm o mesmo final feliz. Geralmente, imagina situações inexistentes, provocando discussões desnecessárias em que o outro nem sabe a que ela se refere. Desgastante…

1) Porque você sente ciúme?

2) Onde ele surge em no seu relacionamento?

3) Você é uma das mulheres dos exemplos acima?

4) Este sentimento tem fundamento se você racionalizar?

5) Já aconteceram fatos anteriores que justifique este sentimento?

6) Você sente a nítida presença de alguém na vida dele?

7) Quem grita: sua intuição ou sua imaginação?

8) Que tipo de situação lhe traz tanta insegurança a ponto de fazer coisas que você mesma dúvida?

Mas, o que faz uma mulher ser ciumenta? Digo e insisto que tudo depende do que você escolheu para você. Lembre-se que está no relacionamento com a dinâmica que você aceita.

De que adianta ter uma relação desequilibrada em que você fica vigiando o olhar do seu parceiro e sonhando em ter o mesmo tipo de relacionamento que sua amiga? Aquela relação invejada, em que os dois entram em uma festa, se afastam, encontram os amigos, se divertem, riem e vez ou outra seus olhares cruzam mandando aquela informação de cumplicidade e de conforto tão almejada por todos.

Existem os que dizem que o ciúme é o tempero do relacionamento, então se você gosta desta pimenta nos seus olhos, divirta-se.

Bom mesmo é a sensação de tranquilidade e prazer que a confiança no outro traz. Você pode temperar sua vida com muitos outros ingredientes que não lhe deixem insegura, perdendo a referência de tranquilidade e prazer que uma boa relação a dois pode proporcionar. Se você perdeu essa noção, saiba que a responsabilidade do que você pode construir ou destruir em uma relação a dois está em suas mãos.

Dúvidas sobre relacionamento, escreva para margareth@conexaocoach.com.br, talvez eu possa lhe ajudar. Grande abraço!

 

 

Margareth Signorelli formou-se bacharel em enfermagem (PUC-CAMP). Sempre se considerou uma cuidadora e continuou sua busca para incentivar pessoas a alcançar seu melhor desempenho possível. Formou-se pelo ICI (Integrated Coaching Institute), em São Paulo, tornando-se uma coach de desenvolvimento. Com interesse especial na área de Relacionamentos encontrou no método de Katherine Thomaz e Clair Zammit a abordagem ideal, graduou-se em Los Angeles, tornando-se uma coach de Transformação. www.conexaocoach.com.br

Margareth Signorelli escreve aos sábados aqui no Universo Jatobá.

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